Postagens

Mostrando postagens de abril, 2019

Ditadura cultural brasileira de esquerda

Imagem
voyager1.net Acesso: 10 abr 2019 Estamos vivendo neste momento uma ditadura cultural comunista no país. O governo federal, de direita é uma concessão, de má vontade, da esquerda hipócrita, que prega liberdade de expressão, mas na prática procura sufocar o direito do cidadão de tomar conhecimento de opiniões diversas daquelas que ela nos impõe como verdade desde que a liberdade política foi restaurada no país em 1985. Se por um lado, as instituições estão aparelhadas ideologicamente, por outro, se encontram acovardadas para aplicar a lei em casos que o desrespeito flagrante por nossa Constituição Federal salta aos olhos. Cito como exemplo os casos emblemáticos e corriqueiros de hesitação para se cumprir a lei com firmeza: universidades públicas federais abrigarem em seu campus eventos políticos, de apoio a ditaduras como a de Maduro, na Venezuela. Confirmando o posicionamento político parcial das universidades públicas, certos reitores ainda permitem que se censure exi...

Lógica do propinoduto

Vendo o quanto o BNDES alocou recursos do Tesouro Nacional - nossos impostos - em grandes empresas e a juros subsidiados, nos governos do PT, imagino a lógica do propinoduto: o nosso dinheiro vai para as empresas e volta, mas não para o Tesouro e, sim, para os detentores do poder que - pasmem! - ainda nos fazem pagar mais por isso, retribuindo a essas mesmas empresas com favorecimentos em processos de concorrência, a fim de que ganhem e continuem enriquecendo ainda mais. Enquanto isso, e por causa disso, a saúde fale, a segurança explode e a educação emburrece e aliena os jovens. Isso é tudo o que o PT, a esquerda e políticos fisiológicos têm a oferecer ao país .

Era um garoto em 1964

Imagem
chicomiranda.wordpress.com Acesso: 01 abr 2019 Há exatos 55 anos, eu estava no primeiro ano escolar. Naquele momento, tudo era novidade para mim, e minha babá foi me buscar inesperadamente, no meio do turno. Nós saímos da escola e caminhamos pela avenida, de volta para casa, uma boa caminhada.  Naquela manhã de primeiro de abril de 1964, eu percebia algo diferente acontecendo, soldados fardados de verde oliva com fuzil e capacete de metal arredondado, perfilados por toda extensão do percurso, e ruídos de helicópteros do Exército que sobrevoavam a Liberdade, onde morávamos. À época, um bairro de classe média de economia própria e pujante, o mais autônomo daquela Salvador dos anos 1960. Aconteceu alguma coisa de grave no país e a recomendação das autoridades era a suspensão das aulas. Eu estava achando aquilo muito fascinante, no alto da inocência dos meus cinco anos de idade. Parecia que havíamos entrado em uma cena de filme de guerra que assistíamos pela TV Itapuã, a ú...