Livres para amar/Free to love
O amor não é uma manifestação de prazer em si. Pelo menos não no momento em que decidimos e começamos a praticá-lo. A nossa consciência decide racionalmente amar, porque sabe que isso é o certo a fazer, pois é mandamento divino, e isso envolve a rerenúncia do nosso ego. O amar condicionado ao prazer não tem nada a ver com o amor, não passa de um simples 'gostar". O gostar é um sentimento egoisticamente impositivo, discriminatório, ao passo que o amor a ninguém discrimina. A atuação do amor é imparcial e seu campo é amplo, abrangente e infinito, como a luz das estrelas que viaja pela imensidão do Universo. Quanto maior o ato de amor, mais longe seus efeitos se propagam, pelo tempo e espaço. Como o Sol, o amor nasce para todos. Portanto, não existe essa de que "não amo essa pessoa", porque se você quiser você ama, ninguém o impede de amar. Só não ama quem é escravo do próprio ego, porque nós fomos criados livres para amar. Obs.: Contribua com nosso trabalho, por mei...