Livres para amar/Free to love
O amor não é uma manifestação de prazer em si. Pelo menos não no momento em que decidimos e começamos a praticá-lo. A nossa consciência decide racionalmente amar, porque sabe que isso é o certo a fazer, pois é mandamento divino, e isso envolve a rerenúncia do nosso ego.
O amar condicionado ao prazer não tem nada a ver com o amor, não passa de um simples 'gostar". O gostar é um sentimento egoisticamente impositivo, discriminatório, ao passo que o amor a ninguém discrimina.
A atuação do amor é imparcial e seu campo é amplo, abrangente e infinito, como a luz das estrelas que viaja pela imensidão do Universo. Quanto maior o ato de amor, mais longe seus efeitos se propagam, pelo tempo e espaço.
Como o Sol, o amor nasce para todos. Portanto, não existe essa de que "não amo essa pessoa", porque se você quiser você ama, ninguém o impede de amar. Só não ama quem é escravo do próprio ego, porque nós fomos criados livres para amar.
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Free to love
(July 14, 2023)
Loving itself is not a manifestation of pleasure. At least not at the time they talked and started their practice. Our conscience rationally decides to love, because it knows that this is the right thing to do, as it is a divine commandment, which involves renouncing our ego.
Loving in comfort with pleasure has nothing to do with love, it is nothing more than a simple 'like'. Liking is a selfishly imposing, discriminatory feeling, whereas love discriminates against no one.
The work of love is impartial and its field is wide, comprehensive and infinite, like the light of the stars that travels through the immensity of the Universe, like the sun, love shines for everyone.
Therefore, there is no such thing as "I don't love that person", because if you want to love, nobody stops you from loving. He just doesn't love who is a slave to his own ego. We are free to love.

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