A exceção não pode ser tomada como regra


(28 de janeiro de 2019)

Se você perguntar a um homossexual engajado nas causas lgbtistas, nascido até 1985, se a escola infantil de hoje está melhor equipada para a abordagem sobre gênero do que a do passado, ele muito provavelmente dirá que sim: em sua época, isso estava longe de existir. Então, você dá o "xeque-mate" com essa segunda pergunta: Logo, de que forma um gay tão independente e consciente dos seus direitos, como você, se fez?

Será que, na tentativa de alcançar uma minoria de crianças com tendência a homossexualidade, justificaria à professora causar confusão na mente da maioria que não tem essa inclinação? Como fazer uma criança de seis anos entender que a "regra" não pode tratar mal a "exceção", ao mesmo tempo em que ela se sente oprimida em ver que a recíproca não é verdadeira? É honesto infringir preconceito de gênero à totalidade da turma, se realmente o intuito é acabar com todo tipo de preconceito?

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