A Covid bateu na minha porta/Covid knocked on my door
(11 de agosto de 2021)
O PL de iniciativa do Presidente da República, Jair Bolsonaro, que dispunha de medidasde enfrentamento emergencial do surto de coronavírus, uma vez aprovado pelo Congresso Nacional, foi sancionado em 06 de fevereiro de 2020, há 15 dias portanto do Carnaval. Até lá, as grandes redes de televisão, principalmente a Globo, como sabemos, continuaram promovendo o evento, em vista dos contratos com os patrocinadores, que lhes rendem milhões de reais, anualmente, para não de dólares. Fizeram vista grossa para a ameaça de pandemia, não esqueçam disso. “É só uma ‘gripezinha’”, diria o especialista em generalidades médicas da Globo, Dr Dráuzio Varela, em entrevista divulgada nacionalmente.
A reação pró-momesca de muitos prefeitos, pelo Brasil, não foi diferente. No mesmo dia em que entrou em vigência a lei emergencial de combate ao Covid, o então prefeito de Salvador, ACM Neto, disse, conforme registro do site Metro1,que estava “totalmente despreocupado”, e que o “Coronavírus não era uma ameaça ao Carnaval”. Atitude típica de opositor de Jair Bolsonaro, a qual segue um raciocínio que só se fundamenta na disposição pura e simples de contrariá-lo em qualquer assunto.
Como a manifestação popular de apoio ao Governo Bolsonaro já estava marcada para o dia 15 de março, só após o “arrastão” de Carnaval da Quarta-Feira de Cinzas, a mídia capitaneada pela Globo e por políticos de esquerda muda totalmente a direção de seu discurso de “passar pano” na ameaça do Coronavírus e procura de todas as formas inviabilizar o evento.
Convenientemente, fantasiados de grandes arautos defensores da saúde pública, os opositores do Presidente começam a acusar de responsabilidade os organizadores do evento, pelo perigo de propagação do vírus. Mas não adiantou a manobra, pois o povo foi em massa às ruas, sem medo de ser feliz. Qualquer apoiador que achou por bem se precaver com o uso de máscara, participou, munido de coragem, alegria e satisfação, e eu era um deles.
Decidi entrar em quarentena um dia após às manifestações, e comecei a ficar resfriado, mas nada diferente do que estava acostumado sentir nessas ocasiões. No dia seguinte, aconteceu a inauguração do primeiro grande shopping de Lauro de Freitas, minha cidade – que fica ao lado do nosso condomínio – depois de um longo adiamento. Por via das dúvidas e para proteger outras pessoas, coloquei a máscara e fui conhecê-lo. Todos os presentes me olhavam, curiosos, por estar usando o acessório. Porém não me importei, pois foi um mico bem pago por minha consciência. Quatro dias depois, a Prefeitura decretou Lockdown e a obrigatoriedade do uso de máscara, na cidade. Tive pena dos jovens que nos recebiam na porta das lojas, com o sorriso no rosto, muitos deles começando a trabalhar pela primeira vez – eu sei o que é isso.
Sete meses depois, tive que fazer um teste para me assegurar que não estava com Covid, isso por conta de exigência do hospital aonde haveria de me submeter a uma cirurgia. Aproveitei para fazer também o exame que indicaria se eu já tinha sido infectado pelo vírus, antes, se já tinha, portanto, anticorpos no meu organismo. Ambos os testes deram negativo. Em 17 de maio passado, tomei a 2ª dose da vacina que apareceu na minha frente, quando fui tomar a primeira: CoronaVac. Estava, pois, teoricamente imunizado, há mais de dois meses.
Acontece que, em 26 de julho último, minha esposa começou a desconfiar que fora infectada pelo vírus. Uma vez atendida no hospital, ela me disse que havia perguntado à médica sobre passar o Tratamento Precoce, e que ela respondeu com aquela famigerada frase “não há comprovação científica!”. Ela saiu da consulta com uma receita que prescrevia Dipirona, acompanhada de alguns outros remédios. O resultado do teste de Covid saiu quatro dias depois da consulta, e deu positivo.
Apenas minha esposa e eu ocupamos o apartamento onde moramos, e nem por um momento sequer pensei em nos isolar, um do outro. Nesse período, continuei convivendo com ela da mesma forma, com o mesmo carinho e aproximação física a que estamos acostumados, especialmente quando nos deitamos para dormir. Mas, quando precisava, eu saía para comprar algum produto de primeira necessidade, no shopping ao lado. Não preciso dizer que continuei respeitando os protocolos de convivência na Pandemia, da mesma forma que fazia antes.
Quanto a dizer se senti medo, morando com uma pessoa infectada do meu lado, absolutamente não, não senti. A situação de Pandemia, com seus prováveis desdobramentos de ordem psicológica, e até psiquiátrica, na vida das pessoas, é, no meu entender, dramática demais para que eu me dê ao luxo de perder o equilíbrio emocional. No entanto, eu sei qual é a diferença entre não me entregar ao pânico e agir de maneira irresponsável, diante da situação.
Eu observei que os remédios que a doutora passou para minha esposa não estavam fazendo muita diferença. Eu fico imaginando se ela tivesse alguma comorbidade, como seria. Assim, providenciamos contactar uma farmácia que nos vendesse remédios para o tratamento precoce, sem necessidade de receita. Compramos Azitromicina di-hidratada e Ivermectina, e fomos orientados quanto a doses e intervalos a serem administrados.
Enquanto minha esposa sofria os efeitosmoderados da Covid-19 – ela foi vacinada com a primeira dose da Pfizer há um mês - eu estava bem, sem sentir nenhum sintoma suspeito. Contudo, a facilidade com que os remédios chegaram até nós tocou-me como uma espécie de aviso para que eu também me medicasse. Começamos a tomar a Ivermectina e a Azitromicina, intercaladamente, conforme fomos orientados.
Minha esposa demorou uns cinco dias, já eu me antecipei, não esperei sentir alguma coisa para começar, a não ser uma ardenciazinha na garganta, que sinto sempre antes de me gripar. Mas, alguns minutos depois que ingeri um comprimido de Azitromicina, essa sensação passou, como por milagre. Após dezesseis dias dos primeiros sintomas da doença, minha esposa está curada, enquanto eu, que passei o tempo todo junto dela, não poderia me sentir melhor. Estamos muito bem, graças a Deus!
Levando-se em conta que tanto as vacinas, quanto o tratamento ministrado livremente em todos os hospitais e postos de saúde, não têm ainda eficácia ou comprovação científica totalmente segura ou comprovada - dado à emergência que o vírus representa em todo o mundo - não há razão para que muitos se coloquem contra o chamado tratamento precoce, que se propõe assistir o paciente logo nos primeiros dias, quando se constata a suspeita de infecção pelo vírus.
Não vejo outro motivo para que governadores e prefeitos se coloquem contra a administração do tratamento precoce, a não ser o político, para não dizer também mercadológico, pois não é à toa que as vacinas estão sendo produzidas e vendidas em todo o mundo, enquanto os baratos remédios do Kit Tratamento Precoce são desprezados. Não se pode negar que elas estão cumprindo sua finalidade, pois a Pandemia está arrefecendo.
Se os governantes não podem lidar com a quantidade suficiente de leitos em hospitais, para o enfrentamento de uma nova crise sanitária, urge rever seu posicionamento a respeito do tratamento precoce, em que já se tem fartas comprovações de que a grande maioria dos pacientes que passam por ele nem precisa de internação. Por extensão, a sobrevivência da economia e das liberdades individuais, a médio e longo prazo, depende de medidas racionais como essa, especialmente em se tratando do Ocidente Capitalista. Portanto, isso vale tanto para países ricos, quanto para o Brasil, cuja deficiência de leitos hospitalares é anterior à pandemia.
Covid knocked on my door
(August 11, 2021)
The bill of initiative of the President of the Republic, Jair Bolsonaro, which had emergency measures to fight the coronavirus outbreak, once approved by the National Congress, was sanctioned on February 6, 2020, 15 days before Carnival. Until then, the big television networks, mainly Globo, as we know, continued to promote the event, in view of the contracts with the sponsors, which earn them millions of reais, annually, for not dollars. They turned a blind eye to the threat of a pandemic, don't forget that. “It's just a 'little flu'”, said Globo's specialist in medical generalities, Dr Dráuzio Varela, in an interview published nationally.
The pro-Momesca reaction of many mayors across Brazil was no different. On the same day that the emergency law to combat Covid came into effect, the then mayor of Salvador, ACM Neto, said, according to a record on the Metro1 website, that he was “completely unconcerned”, and that the “Coronavirus was not a threat to Carnival". Typical attitude of Jair Bolsonaro's opponent, who follows a reasoning that is only based on the pure and simple disposition to contradict him in any matter.
As the popular demonstration in support of the Bolsonaro Government was already scheduled for March 15th, only after the Ash Wednesday Carnival “drag” did the media led by Globo and left-wing politicians totally change the direction of its discourse of “moulding” on the Coronavirus threat and seeks in every way to make the event unfeasible.
Conveniently, dressed as great heralds of public health advocates, the President's opponents begin to accuse the organizers of the event of responsibility for the danger of spreading the virus. But the maneuver was no use, as the people took to the streets en masse, without fear of being happy. Any supporter who saw fit to be careful with the use of a mask participated, armed with courage, joy and satisfaction, and I was one of them.
I decided to go into quarantine the day after the demonstrations, and I started to get a cold, but nothing different from what I used to feel on those occasions. The next day, the opening of the first large shopping mall in Lauro de Freitas, my city – which is next to our condominium – took place after a long delay. Just in case and to protect other people, I put on the mask and went to meet him. Everyone present looked at me, curious, because I was wearing the accessory. But I didn't care, it was a monkey well paid for my conscience. Four days later, City Hall decreed Lockdown and the mandatory use of masks in the city. I felt sorry for the young people who greeted us at the store doors, with smiles on their faces, many of them starting work for the first time – I know what that is.
Seven months later, I had to take a test to make sure I wasn't with Covid, because of a requirement from the hospital where I would undergo surgery. I also took the opportunity to do the exam that would indicate if I had already been infected by the virus, before, if I had, therefore, antibodies in my body. Both tests were negative. On May 17th, I took the 2nd dose of the vaccine that appeared in front of me when I went to take the first one: CoronaVac. I was, therefore, theoretically immunized, for more than two months.
It turns out that on July 26, my wife began to suspect that she had been infected with the virus. Once seen at the hospital, she told me that she had asked the doctor about giving Early Treatment, and that she responded with that infamous phrase “there is no scientific proof!”. She left the appointment with a prescription that prescribed Dipyrone, accompanied by some other remedies. Covid's test result came out four days after the visit, and it came back positive.
Only my wife and I occupied the apartment where we live, and not for a moment did I even think about separating ourselves from each other. During this period, I continued to live with her in the same way, with the same affection and physical approach that we are used to, especially when we lie down to sleep. But, when I needed it, I went out to buy some essential product at the mall next door. It goes without saying that I continued to respect the protocols for coexistence in the Pandemic, just as I did before.
I noticed that the meds the doctor gave my wife weren't making much of a difference. I wonder if she had any comorbidities, what it would be like. Thus, we arranged to contact a pharmacy that would sell us medicines for early treatment, without the need for a prescription. We bought Azithromycin dihydrate and Ivermectin, and we were advised on the doses and intervals to be administered.
While my wife was suffering from the mild effects of Covid-19 – she was vaccinated with the first dose of Pfizer a month ago – I was fine, not experiencing any suspicious symptoms. However, the ease with which the medicines reached us struck me as a kind of warning that I should also take medication. We started taking Ivermectin and Azithromycin, interchangeably, as directed.
My wife took about five days, I already anticipated it, I didn't wait to feel something to start, except for a little burning in my throat, which I always feel before I get the flu. But a few minutes after I took an Azithromycin pill, that feeling went away, as if by a miracle. Sixteen days after the first symptoms of the disease, my wife is cured, while I, who spent all my time with her, could not feel better. We are very well, thank God!
Taking into account that both the vaccines and the treatment given freely in all hospitals and health posts, do not yet have fully safe or proven scientific evidence or efficacy - given the emergency that the virus represents throughout the world - there is no which is why many are against the so-called early treatment, which proposes to assist the patient in the first few days, when the suspicion of infection by the virus is found.
I see no other reason for governors and mayors to be against the administration of early treatment, other than the political, not to mention the market, because it is no wonder that vaccines are being produced and sold all over the world, while the Cheap Early Treatment Kit Remedies are despised. It cannot be denied that they are fulfilling their purpose, as the Pandemic is cooling down.
If government officials cannot deal with the sufficient number of beds in hospitals to face a new health crisis, it is urgent to review their position regarding early treatment, in which there is already abundant evidence that the vast majority of patients who pass for him he doesn't even need hospitalization. By extension, the survival of the economy and individual freedoms, in the medium and long term, depends on rational measures such as these, especially when dealing with the Capitalist West. Therefore, this is true both for rich countries and for Brazil, whose lack of hospital beds predates the pandemic.



(Virgínia) - Graças a Deus ficou tudo bem com vocês!!
ResponderExcluirAmém!
ResponderExcluirDeus é fiel!
ResponderExcluir