O Brasil é uma ditadura!/¡Brasil es una dictadura!



Estamos em plena ditadura, sobre - suponhamos 80% - da população brasileira. No tempo da chamada Ditadura Militar, na realidade, só militante de esquerda - então, 20% do povo aproximadamente - tinha razão de admitir que existia uma ditadura no país, de fato; eram comunistas dispostos a práticas terroristas, incluindo simpatizantes da Imprensa, artistas, políticos e acadêmicos(a estratégia   gramscista de sempre), os quais alardeavam seus infortúnios como extensivos a todo cidadão normal e de bem, o que não era verdade. Os subversistas se notabilizam por serem em pequeno número na sociedade, embora barulhentos, em meio à maioria ordeira. Contudo, no passado, não havia um psicopata ensandecido que mandasse prender compulsivamente as pessoas por pensassem diferente. Com os generais era mais fácil, só precisavam prender mesmo terroristas, vagabundos e bandidos, os únicos perseguidos do regime.

Nos anos 1960/1980, os comunistas diziam que o país estava sob ditadura, com a narrativa de projetar no povo um drama que só eles viviam no particular com os militares, pela afronta do terrorismo que praticavam contra as instituições, para implantarem a sua tirania de cunho socialista. A sociedade, na prática, não vivia em um estado de exceção, porque o projeto de vida do cidadão comum era pautado na ordem, na liberdade, nos valores familiares e no trabalho honesto, como sempre aconteceu; e isso, como sabemos, nunca foi problema para um Estado democrático.

O político de esquerda, portanto - e aí incluo a velha e extrema Imprensa, que sempre foi pautada, em sua grande maioria, por uma casta de jornalistas militantes - não levava em conta a liberdade que o povo em geral desfrutava no Regime Militar. Essa verdade não lhes interessava. O cidadão de bem, para eles, não era gente, mas vegetal. Apenas simpatizantes dos ideais revolucionários, a exemplo de intelectuais acadêmicos e jornalistas, eram tidos como iluminados, superiores. Se usassem drogas então, o pacote estava completo. Era um esquema ideológico mafioso que privilegiava quem pensava igualmente, em detrimento dos contrários, algo em nada diferente do que acontece hoje em dia. A Lei Rouanet é um exemplo emblemático e pontual de uma situação em que o mérito pessoal é desprezado.

Infelizmente, com o passar do tempo e a abertura democrática(leia-se: a anistia pelos crimes cometidos por comunistas, e a consequente permissão de participarem livremente de processos eleitorais democráticos), a Esquerda convenceu grande parte da sociedade, de que o Regime Militar foi uma ditadura sangrenta; isso fez com que conquistasse credibilidade junto aos incautos, com seus representantes na política posassem de falsos paladinos da liberdade. Assim, ganharam tempo e espaço para aparelhar as instituições de Estado. Consequentemente hoje, a grande maioria do povo brasileiro está testemunhando de fato a implantação de uma ditadura socialista em seu território, o que vitima aqueles prováveis 80% da população, que nos Governos Militares gozavam de plena liberdade, ap contrário de agora. Seus lideres insistem em chamar isso de Estado Democrático de Direito.  

Quem discorda dos desmandos da grande maioria dos ministros do Supremo é preso, sem o devido processo legal, ou a prerrogativa constitucional de que a liberdade de expressão é um direito universal, e não apenas para as pessoas que concordam com a ideologia do atual Governo, aí incluídos o Executivo e o Judiciário. O Legislativo foi fechado virtualmente por uma espécie de Primeiro Ministro do Supremo Tribunal Federal, dotado de poderes absolutistas. Concluindo, que DEUS LIVRE O BRASIL DO COMUNISMO!(Esse é um pedido incluso em todas as orações que faço atualmente).

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¡Brasil es una dictadura!

(11 de mayo de 2023) 


Estamos en plena dictadura, sobre quizás el 80% de la población brasileña. En la época de la llamada Dictadura Militar, en realidad, sólo los militantes de izquierda, cerca del 20% de la población, tenían razón en admitir que efectivamente había una dictadura en el país; eran comunistas dispuestos a prácticas terroristas, y simpatizantes de la Prensa, artistas, políticos y académicos); quienes pregonaban sus desgracias como extensivas a todo ciudadano normal y bueno, lo cual no era cierto. Los subversistas siempre han sido pocos en número, pero ruidosos entre la mayoría ordenada; sí, solo que en el pasado no había un psicópata loco que arrestara compulsivamente a las personas que pensaban diferente a ellos. Con los generales era más fácil, sólo detenían a militantes terroristas, vagabundos y bandoleros, los únicos perseguidos por el régimen. 

En las décadas de 1960/1980, los comunistas decían que el país estaba en dictadura, con la narrativa de proyectar sobre el pueblo un drama que solo ellos vivían en particular y con los militares, por la afrenta del terrorismo que practicaban contra las instituciones, implantar su tiranía de carácter socialista. La sociedad en la práctica no vivía en estado de excepción, pues el proyecto de vida del ciudadano común estaba, como siempre, basado en el orden, la libertad, los valores familiares y el trabajo honesto; lo cual no era un problema para el Estado. 

El político de izquierda, por tanto -e incluyo a la vieja y extremista Prensa, que siempre ha estado guiada, en su gran mayoría por una casta de periodistas militantes-, no tuvo en cuenta la libertad de que gozaba efectivamente el pueblo en general en el Régimen Militar. . Esa verdad no les interesaba. El buen ciudadano para ellos no era una persona, sino una planta. Sólo los simpatizantes de los ideales revolucionarios, como los intelectuales académicos y los periodistas, eran considerados ilustrados, superiores. Si usaban drogas entonces, el paquete estaba hecho. Era un esquema ideológico mafioso de carácter meritorio que favorecía a unos profesionales y despreciaba a otros. Algo nada diferente a lo que sucede hoy. 

Lamentablemente, con el paso del tiempo y la apertura democrática de las Fuerzas Armadas (léase: amnistía por delitos cometidos por comunistas, y permiso para participar libremente en procesos electorales democráticos), la izquierda convenció a gran parte de la sociedad de que el Régimen Militar era un dictadura sangrienta; ganando credibilidad ante los incautos, haciéndose pasar por falsos campeones de la libertad. Así ganaron tiempo y espacio para equipar las instituciones del Estado. En consecuencia, hoy, la gran mayoría del pueblo brasileño asiste a la implantación en el país de una dictadura socialista de facto, que engloba a ese probable 80% de la población. Sus líderes insisten en calificar engañosamente la situación de Estado Democrático de Derecho. 

Cualquiera que no esté de acuerdo con los excesos de la gran mayoría de los ministros de la Corte Suprema es arrestado, violando el debido proceso legal, sin mencionar que la libertad de expresión es un derecho constitucional para todos, no solo para las personas que están de acuerdo con la ideología política de la Gobierno Federal, incluidos el Ejecutivo y el Judicial. La Legislatura fue virtualmente cerrada por una especie de Primer Ministro de la Corte Suprema Federal, dotado de poderes absolutistas. En conclusión, ¡que DIOS LIBERE A BRASIL DEL COMUNISMO! (Este es un pedido incluido en todas las oraciones que hago actualmente).

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