Quem 'nasceu' primeiro, o desemprego ou o Bolsa-Família?/Who was born first, unemployment or Bolsa Família?
Analisando dados do
IBGE, relativos a 2022, sobre Bolsa-Família e Desemprego no Brasil, descobri o
seguinte: Oito dos 13 estados onde o número de beneficiários do auxílio é maior
do que o de trabalhadores formais estão entre os 10 com as maiores taxas de
desemprego no país. São esses: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Paraíba, Pernambuco,
Rio Grande do Norte e Sergipe, com uma média de desocupação de 11,4%. Destes, a
Bahia se destaca negativamente como recordista nacional, com 13,5%.
Pelo outro lado da realidade socioeconômica brasileira, 7 dos 10 estados com menor dependência do Bolsa-Família estão entre os 10 com menor taxa de desemprego. Estamos falando de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina. Rondônia tem a menor taxa de desemprego do país (3,1%), enquanto Santa Catarina é, nacionalmente, o estado menos dependente do auxílio governamental, e o segundo menor em desocupação.
Constatamos
que a maioria dos estados com os maiores índices de desemprego e dependência do
Bolsa-Família são governados por partidos declaradamente de esquerda, há muitos
anos; enquanto do lado oposto da estatística, a dependência do auxílio federal
é bem menor nos estados com os maiores níveis de empregabilidade do país, justamente
aqueles governados por representantes de partidos mais à direita, com viés
liberal na economia.
Nas regiões do país governadas pela Esquerda os trabalhadores têm sido estimulados a depender do auxílio estatal; enquanto que naquelas outras, predominantemente geridas por liberais de direita, acontece o contrário; a oferta de emprego é que é estimulada, e consequentemente menor é o número de famílias dependentes do Bolsa-Família. Não por acaso, em sua grande maioria, são os estados mais desenvolvidos da federação. Agora fica claro que é só a galinha que nasce.
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Who was born first, unemployment or Bolsa Família?
(June 05, 2023)
Analyzing IBGE data for 2022 on Bolsa Família and Unemployment in Brazil, I discovered the following: Eight of the 13 states where the number of beneficiaries of the aid is greater than that of formal workers are among the 10 with the highest unemployment rates. unemployment in the country. These are: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte and Sergipe, with an average unemployment rate of 11.4%. Of these, Bahia stands out negatively as the national record holder, with 13.5%.
On the other hand, from the socioeconomic reality of Brazil, 7 of the 10 states with less dependence on Bolsa-Família are among the 10 with the lowest unemployment rate. We are talking about Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia and Santa Catarina. Rondônia has the lowest unemployment rate in the country (3.1%), while Santa Catarina is, nationally, the state least dependent on government aid, and the second with the fewest unemployed.
In conclusion, we found that most of the states with the highest unemployment rates and dependence on the Bolsa-Família have been governed by declared left-wing parties for many years; while on the opposite side of the statistics, dependence on federal aid is much lower in the states with the highest levels of employability in the country, precisely those governed by representatives of more right-wing parties, with a liberal bias in the economy.
In some regions of the country, workers have been clearly encouraged by left-wing rulers, for the most part, to depend on state aid; while in those others, predominantly managed by right-wing liberals, the opposite happens; it is the job offer that is stimulated, and consequently the number of families dependent on the Bolsa-Família is smaller. Not by chance, the vast majority are the most developed states of the federation. Now it is clear that it is only the chicken that is born.

Excelente texto. Informações que eu não sabia.
ResponderExcluirJornalismo. Obrigado.
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