Não foi uma crucificação qualquer/ It Was no Ordinary Crucifixion
Era muito comum no tempo do Império Romano criminosos de alta periculosidade serem sentenciado à morte pelo método da crucificação. Jesus foi exceção entre os crucificados, e deixou para a posteridade o precioso legado do grande significado que isso representa para os cristãos, e à toda raça humana por extensão.
O que aconteceu, contudo, para que o castigo de Jesus se tornasse tão especial? Em várias passagens da Bíblia, a morte do Senhor pela crucificação é lembrada como um dos maiores acontecimentos da vida de Cristo. Com certeza foi um dos mais importantes juntamente com sua ressurreição ao terceiro dia.
A grande diferença entre Jesus e os malfeitores não estava necessariamente no tipo do castigo que sofreram. Todos nós sabemos que o Senhor foi crucificado da mesa forma que os dois ladrões que foram supliciados juntamente com ele. Mas, vejam que curioso: ele foi posto no meio, e não ao lado de um deles, como que os Céus quisessem nos dizer alguma coisa.
Enquanto o malfeitor posto a sua esquerda o acusava, a despeito de sua própria situação de criminoso que estava pagando por seus erros, o da direita fazia o contrário, defendia a Jesus com veemência, sem se importar com quem mais pudesse ouvir, além deles. Ele tomou essa atitude não porque fosse santo, pois sabemos que não era o caso, mas porque, apesar de tudo, ele simplesmente creu na mensagem de Cristo. Não teria se manifestado em defesa do Filho de Deus, se não tivesse se arrependido dos seus pecados. Foi salvo, ainda que na última hora (Lucas 23:39-43).
Embora houvesse sido crucificado, Jesus não foi condenado por algum crime, mas por ser verdadeiro, fiel à missão que Deus lhe outorgou, que era a de trazer a mensagem do Evangelho, a Boa Notícia da salvação eterna, na condição de Filho Unigênito do Pai.
A graça do Criador o moveu em atitude de infinita misericórdia para com os homens. A morte de seu Filho Unigênito na cruz do calvário foi um sacrifício vigário, ou seja, um serviço consagrado a Deus em favor dos outros; no caso, toda a humanidade, que não dispunha de meios para obter o perdão para os próprios pecados, pois estava sem saída, completamente perdida.
O martírio de Jesus envolveu a fé e a esperança de vida eterna dos seus seguidores e de muitos que haveriam de crer nele, dali por diante. Seu testemunho e obra seriam confirmados logo ao terceiro dia, com sua gloriosa ressureição, que patenteou para sempre sua vitória como Senhor e Salvador da Humanidade.
"Se isto não for amor, o oceano secou; não há estrelas no céu; as andorinhas não voam mais. Se isto não for amor, o céu não é real. Tudo perde o valor, se isto não for amor" *.
[*]: (Se isso não for amor/Compositores: Itamar Veras Da Silva / Paulo Kyd Miranda Amorim / Rafael Santana Bomdespacho Ferreira / Saulo Vila Nova Lagos / Pedro Manoel De Souza Neto).
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It Was no Ordinary Crucifixion
(April 3, 2026)
It was very common during the Roman Empire for highly dangerous criminals to be sentenced to death by crucifixion. Jesus was an exception among those crucified, and he left posterity the precious legacy of the great significance this represents for Christians, and for the entire human race by extension.
What happened, however, to make Jesus' punishment so special? In several passages of the Bible, the Lord's death by crucifixion is remembered as one of the greatest events in Christ's life. It was certainly one of the most important, along with his resurrection on the third day.
The great difference between Jesus and the criminals wasn't necessarily in the type of punishment they suffered. We all know that the Lord was crucified in the same way as the two thieves who were tortured alongside him. But, notice how curious: he was placed in the middle, not beside one of them, as if Heaven wanted to tell us something.
While the criminal on his left accused him, despite his own situation as a criminal paying for his sins, the one on his right did the opposite, vehemently defending Jesus, without caring who else might hear besides them. He took this attitude not because he was holy, for we know that wasn't the case, but because, despite everything, he simply believed in Christ's message. He wouldn't have spoken out in defense of the Son of God if he hadn't repented of his sins. He was saved, even at the last hour (Luke 23:39-43).
Although he was crucified, Jesus was not condemned for any crime, but for being truthful, faithful to the mission God gave him, which was to bring the message of the Gospel, the Good News of eternal salvation, as the Only Begotten Son of the Father.
The grace of the Creator moved Him to an attitude of infinite mercy towards mankind. The death of His Only Begotten Son on the cross of Calvary was a vicarious sacrifice, that is, a service consecrated to God in favor of others; in this case, all of humanity, which had no means to obtain forgiveness for its own sins, for it was without a way out, completely lost.
The martyrdom of Jesus involved the faith and hope of eternal life of his followers and of many who would believe in him from then on. His testimony and work would be confirmed on the third day, with his glorious resurrection, which forever demonstrated his victory as Lord and Savior of Humanity.
"If this isn't love, the ocean has dried up; there are no stars in the sky; the swallows no longer fly. If this isn't love, the sky isn't real. Everything loses its value if this isn't love" *.
[*]: (If this isn't love/Composers: Itamar Veras Da Silva / Paulo Kyd Miranda Amorim / Rafael Santana Bomdespacho Ferreira / Saulo Vila Nova Lagos / Pedro Manoel De Souza Neto).

Parabéns Paulinho
ResponderExcluirObrigado.
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