O caso Lázaro sob os holofotes da Imprensa/The Lazarus case in the press spotlight




Não é por falta de matérias publicadas sobre verdadeiros assassinos em série que a Imprensa Brasileira não sabe ou não tem interesse em distingui-los de bandidos de alta periculosidade.  Ainda que infelizmente, a TV sempre está falando de casos de assassinatos em massa em escolas, cinemas, e outros lugares, pelo mundo. Esses, sim, são casos de "serial killers", ou psicopatas perigosos. 

Mas o caso desse Lázaro é semelhante ao de antigos cangaceiros. Porém nem digo que se trate de um facínora, como Lampião, mas apenas de um assassino, talvez, com inteligência acima do comum. Um conveniente "serial killer", forjado de oportunidades resultante de ações no mínimo  precipitadas da Justiça e falhas do Sistema Prisional. Por outro lado, acredito que todo criminoso contumaz, a princípio, é um doente mental, embora sem prejuízo de responsabilidade sobre os crimes cometidos. 

Quanto à qualidade daqueles profissionais de comunicação - muitos são chamados de "jornalistas" - que não sabem distinguir um bandido de um doente mental, isso decorre dos critérios de formação vigentes na prática, na maioria das faculdade de comunicação, hoje em dia: basta puxar o saco de alguns professores, mostrando-se simpáticos a seus posicionamentos ideológicos; geralmente, os de um agente comunista em ação na sala de aula.



The Lazarus case in the press spotlight 


It is not for lack of published articles about true serial killers that the Brazilian Press does not know or has no interest in distinguishing them from highly dangerous bandits. Sadly though, TV is always talking about cases of mass murder in schools, movie theaters, and elsewhere around the world. These, yes, are cases of "serial killers", or dangerous psychopaths. 

But the case of Lazarus is similar to that of ancient cangaceiros. But I don't even say that he is a criminal, like Lampião, but only a murderer, perhaps, with intelligence above the ordinary. A convenient "serial killer", forged of opportunities resulting from at least hasty actions of Justice and failures of the Prison System. On the other hand, I believe that every persistent criminal, at first, is a mental patient, although without prejudice to responsibility for the crimes committed. 

As for the quality of those communication professionals - many are called "journalists" - who do not know how to distinguish a criminal from a mentally ill person, this is due to the training criteria in force in most communication schools today: just pull the bag of some professors, showing themselves to be sympathetic to their ideological positions; usually those of a communist agent at work in the classroom.


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