Visão embaçada pela própria fumaça viciante

ribeirao.usp.br Acesso: 20 out 2018


O cérebro de um viciado em droga não consegue aprender com profundidade. Ele fala adjetivos soltos e carregados de preconceitos de uma superficialidade preguiçosa que podem ser programados, sem problema, em robôs ou mesmo ensinados a papagaios. Seus sofríveis e afetados posicionamentos políticos são falas que invariavelmente giram em torno da repetição compulsiva e fácil de termos, direcionados a quem pensa diferente, como: xenófobo, machista, feminista, torturador, homofóbico e outros tantos, previsíveis às mentes realmente inteligentes.  

O problema do tráfico, agindo inclusive a partir do aliciamento de jovens da periferia, explica a maior parte dos crimes cometidos no país, mas para o consumidor ‘esclarecido’ é mais cômodo - mais não menos canalha - afirmar que aqueles são vítimas sociais. Essa é uma maneira irresponsável de não assumir sua própria culpa pessoal nesse processo, transferindo-a um puro conceito abstrato de sociedade. Na verdade, a sociedade é a vítima por excelência do estado de impunidade reinante. 
  
 Antes que 'estudantes' ou 'professores’ do tipo consigam dizer que isso é uma afirmação preconceituosa contra eles, mais rapidamente suas próprias consciência lhes denunciam o fato. A óbvia constatação por quem não faz parte do grupo revela a chocante realidade do baixo nível intelectual em que toda uma classe de jovens universitários jaz infrutífera.  

Não importa que sejam da área do Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Contabilidade, Matemática, Letras, Enfermagem, pela linguagem em que se expressam essas pessoas, nem dá para saber o que estudam, de tão iguais que são. Estão todos padronizados, de acordo com a lavagem cerebral que sofrem, todos os dias, de professores, digo, agentes comunistas infiltrados nas universidades. Mas isso está com os dias contados para acabar. E é logo. 


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