By by, Terceiro Mundo
O reconhecimento dos participantes de um grupo é o que legitima uma pessoa ou um povo como parte do mesmo. Nessa lógica e momento, o Brasil ganha o respeito proativo de dois dos maiores representantes do Primeiro Mundo, Estados Unidos e Israel, pela compatibilidade de sua política. Por isso, no meu entender, o Brasil entrou para o Primeiro Mundo, no quesito Política, ainda que no quesito Economia e Desenvolvimento Social ainda não tenha alcançado esse patamar. Como no caso de um trem, constituído de muitos vagões, um país só avança em Economia e Desenvolvimento Social dirigido por uma boa Política.
No período da Guerra Fria, o mundo era classificado por três grupos de países: o das nações de Primeiro Mundo - capitalistas e desenvolvidas; dos países do Segundo Mundo, que envolvia todos os estados comunistas ou socialistas; e povos do Terceiro Mundo, o grupo das nações subdesenvolvidas, as mais pobres do mundo, no qual se incluía o Brasil. Países socialistas como os do Leste Europeu, e a própria Cuba, viviam um status de maior respeitabilidade do que o nosso país. Lá, a economia planejada obteve certo sucesso, ainda que temporário, porque recebiam ajuda da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), a maior potência comunista. Assim que essa faliu, as demais nações socialistas a ela aliadas politicamente faliram, porque a ajuda cessou.
O Brasil, infelizmente, ainda se dava ao “luxo” de se declarar não alinhado aos “imperialistas” Estados Unidos e à URSS, como fez algumas outras nações importantes, a exemplo da Índia. Nosso país insistia em um isolamento político em relação às grandes potências do mundo de então, que em nada contribuía para o seu desenvolvimento. Uma covardia política descompromissada tal que, de certa forma, se tornava presa e hospedeira fácil de políticos corruptos internos, que dilapidavam o patrimônio público sem dó e compaixão. O Regime Militar procurou barrar essa espiral escandalosa de desmando, na medida do possível, no momento em que se não via melhor alternativa.
Veio a redemocratização e o país continuou com aquela postura de política exterior dúbia e covarde. Não era contra ou a favor de ninguém, muito pelo contrário. Com os governos petistas, então, o país resolveu jogar para a torcida comunista – pois isso era tudo que eles faziam de melhor – e passou a se posicionar a favor de potências islâmicas, e se posicionando contra Israel e a favor de palestinos, e apoiando economicamente velhas e novas nações zumbis-socialistas, em detrimento aos próprios interesses prioritários para com a nação brasileira.
Os últimos presidentes do Brasil se caracterizaram, em termos de política exterior, por meio de uma atitude de afronta aos interesses dos países mais prósperos do mundo, principalmente os Estados Unidos e Israel. Assim, o país dava murro em ponta de faca, com mãos vermelhas. Isso em nada ajudou nosso desenvolvimento social e econômico, e só o agravou. Agora, contudo, a nação faz a escolha certa, optando por andar com as melhores companhias.
Um indício de que estamos ganhando o respeito típico de nação desenvolvida é que já se fala em confiar ao Brasil ser parte da OTAN-Organização do Tratado do Atlântico Norte, da qual faz parte a grande maioria das nações mais desenvolvidas do mundo. Assim, como as pessoas, as nações precisam tomar posições, fazer escolhas, e de preferência acertadas para crescer e ser feliz. Nada melhor do que escolher estar do lado de boas companhias, dos melhores, da verdadeira prosperidade. Com a eleição de Jair Bolsonaro e suas posições bem claras e acertadas, já estamos colhendo bons frutos, antes mesmo da posse. Assim, entramos pela porta da frente no clube das nações de primeiro mundo.

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